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terça-feira, 19 de maio de 2020
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020
Santa Marta e o Dragão, ou E você, como lida com as suas Sombras?
Conta
a lenda, que os irmãos Marta, Maria e Lázaro tiveram que fugir da Judeia após a
morte de Jesus, em razão da primeira perseguição aos seguidores de Cristo.
Teriam
fugido de barco e aportado na costa da França. Por lá, pregavam a fé cristã.
Certa feita, os habitantes da cidade de Tarascon pediram à Marta que os
ajudassem contra um dragão que aterrorizava a população. Marta adentrou na
floresta e lá encontrou o dragão que devorava um homem. Na presença do violento
animal, aspergiu algumas gotas de água benta, atou-o com o seu próprio cinto e
o levou à cidade como se fosse um dócil cordeiro. Atônito, o povo atacou o
dragão com paus e pedras e o matou.
A
fascinante lenda de Santa Marta traz uma clara alusão à psique humana. O dragão
é facilmente identificável com as sombras que habitam o Inconsciente (representado
pela floresta) de todos nós, simbolizando nossos medos, culpas, angústias, incertezas
etc. A consciência, em equilíbrio, é representada por Santa Marta, que de posse
da água benta (qualidades do espírito, tais como: Respeito, Sinceridade,
Gentileza e Serviço, como diria Lao-Tsé) facilmente domina as pulsões
instintuais e as coloca a serviço da Consciência. O populacho, por sua vez,
parece referir-se aos impulsos do ego, que movido pelo medo e desconhecimento,
usa a força bruta para destruir o que ignora.
A
temática acima referida foi amplamente estudada e teorizada por Carl G. Jung, o
pai da Psicologia Analítica, o qual indico a leitura de suas obras.
E
você, como lida com o seu Dragão?
Anastácio Aguiar
Psicanalista, hipnoterapeuta e constelador familiar sistêmico
Marcadores:
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quinta-feira, 6 de junho de 2019
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 14 de maio de 2018
segunda-feira, 13 de junho de 2016
sexta-feira, 1 de maio de 2015
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
As Aventuras de Sri Prem Tata - Episódio 5 - A dor de cada um ou Comece a curar o mundo, curando a si mesmo
Após ter reencontrado seus
velhos amigos, Sri Buddu
Amurti, Lama Tahju e Swami Elisol, Tata e seu
discípulo retornaram às suas terras, onde Tata era tido como uma figura que gozava
de grande respeitabilidade e possuidor de elevada sabedoria. Ao aproximarem-se
da entrada do reino, uma pequena multidão veio ao seu encontro. O grupo
aguardava ansioso o retorno do mestre ao reinado no intuito de encarregá-lo de
liderá-los até a capital do reino para protestarem em busca das reformas
sociais que almejavam e caso não fossem atendidas suas demandas, pressionavam
pela promoção de uma revolta.
Após ouvir atentamente as
alegações, por vezes exaltadas, de vários componentes do grupo, Tata disse que
estava disposto, em razão das justificadas argumentações e legítimas demandas,
a ir até as últimas consequências com a entusiasmada turba, desde que eles se
comprometessem a responder com plena sinceridade alguns questionamentos.
Ao ouvir as palavras de Tata
e sabedor que Tata tinha o dom de identificar quando alguém era insincero,
antes mesmo do guru fazer a primeira indagação, a maior parte do grupo foi
saindo, aos poucos. Da pequena multidão inicial, só restou um punhado de
pessoas, dentre as quais não havia nenhum exaltado.
Com o pequeno grupo, Tata
deu início a um simples exercício de regressão, no qual cada um conseguiu
identificar as questões mal resolvidas com a maternidade e/ou a paternidade.
Após a referida ascese, Tata orientou cada um a retornar a seus lares e
resolver as suas pendências primordiais por meio do perdão, da aceitação e da
não-resistência, e afirmou que antes de tentar curar o mundo, as pessoas devem
curar a si mesmas.
Para o discípulo, aquele
havia sido um dia de inesperados aprendizados. Após a última pessoa,
alegremente, partir, o fiel escudeiro dirigiu-se ao mestre e disse o quão
maravilhoso havia sido aquele dia e indagou se seria possível o guru fazer uma
explanação dos processos inconscientes envolvidos no episódio, ao que Tata
respondeu: “A psique humana é composta dos condicionamentos oriundos dos
ancestrais e também das estruturas vivenciadas durante a vida. Neste segundo
componente (adquirido), tem especial relevância os eventos ocorridos na
infância, e em especial a relação com a maternidade e com a paternidade. Todas
as demandas dos adultos são frutos das insatisfações e das dores da criança
interna. Assim, toda cura emocional, e por consequência a saúde mental, passa
pela sincera disposição do indivíduo em evoluir e se autoconhecer.” Perguntou,
ainda, o curioso companheiro de viagem: “Por que as pessoas que saíram no
início não quiseram se submeter à sinceridade?” Ao que Tata respondeu: “Para
muitos, a dor é a melhor amiga.”
*desenho de Jailson Arquino
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
terça-feira, 21 de outubro de 2014
domingo, 19 de outubro de 2014
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
terça-feira, 5 de agosto de 2014
sexta-feira, 11 de julho de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Sinceridade - Mahatma Gandhi
"Assim como uma gota de veneno compromete um balde inteiro, também a mentira, por menor que seja, estraga toda a nossa vida."
Mahatma Gandhi
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
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