Este blog destina-se àqueles que tem interesse em questões ligadas à espiritualidade, à evolução integral e estão sempre em busca do conhecimento.
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quinta-feira, 15 de março de 2018
domingo, 4 de fevereiro de 2018
Qual é (seria) a natureza última da Realidade? ou O que está por trás de tudo?
Essa não é a primeira
vez que alguém se faz essa pergunta e certamente não será a última. Pois bem,
apesar da complexidade do tema, fica aqui a minha singela contribuição.
Parece-me que um dos
primeiros pensadores a tratar da questão foi Platão, com o seu genial
"Mundo das Ideias", criado provavelmente como a contribuição
platônica para o entendimento do debate entre Parmênides e Heráclito. Em sua
concepção, o "Mundo das Ideias" é imutável, eterno e real, enquanto o
"Mundo Sensível" da nossa realidade material é mutável, passageiro e
ilusório. Assim, nessa dimensão da matéria existiriam somente cópias das Formas
verdadeiras do outro mundo. Entendia ainda que seria a Razão que permitiria o
conhecimento das verdades eternas que se encontrariam no referido mundo
perfeito.
Muitos outros
pensadores deram a sua contribuição sobre a temática, destaco aqui Baruch de
Spinoza que ao se referir ao gênero do conhecimento, dizia que havia três: o
primeiro seria aquele referente às ações humanas pautadas apenas na consciência
de suas ações, enquanto ignoram as causas determinantes; o segundo seriam as
noções comuns e as ideias em abstrato. Já a terceira seria vinculada à
compreensão nas coisas singulares, o aspecto da eternidade, conhecido como a
Beatitude.
Tantos anos passados
após os mestres ateniense e holandês e ainda nos debatemos com insondáveis
questionamentos sobre a natureza última da Realidade. Hodiernamente, possuímos
um vasto conhecimento em todas as áreas e não chegamos a qualquer solução para
o debate. Muito pelo contrário, dispomos hoje de várias novas teorias que
parecem tornar cada vez mais distantes a retirada do Véu de Isis, tais como:
Teoria da Matrix, que remete à possibilidade de que sejamos apenas um programa
de computador sendo rodado por uma outra Realidade/Dimensão; Teoria da Projeção
Holográfica ou Universo Holograma, que a nossa realidade seria uma projeção
holográfica de uma outra; Teoria Ufológica do Zoológico, de que seríamos uma
realidade supervisionada por outra superior; ou Teoria Niilista, que aponta
para a inexistência de nada após esta encarnação, ou como alguns preferem,
encadernação. Em verdade, existem outras tantas explicações que ora
complementam, ora se sobrepõem às citadas soluções acadêmicas.
Como consolo,
poder-se-ia afirmar que mesmo que a Razão e a Beatitude não tenham sido capazes
de nos guiar na escalada olimpiana do Absoluto, têm sido ferramentas de valor
inestimável no singramento dos revoltos mares do Relativo; a primeira, como leme
e a segunda, como vela.
Pois bem, diante de
tanta dúvida acrescento a minha experiência clínica com a realização da
regressão na terapia psicanalítica. Para alguns pacientes, sugiro a realização
da hipnose regressiva quando outras ferramentas não surtem os efeitos
terapêuticos desejados. Tenho “visto” várias narrativas que ora reforçam uma,
ora reforçam outra(s) das teorias acima destacadas. Como o meu foco na
realização da regressão é exclusivamente terapêutico, e não investigativo, não
tenho dado sequência em puxar o fio de Ariadne. Quem sabe um dia?!?
domingo, 26 de novembro de 2017
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Seguir o nosso fluxo ou A vida não precisa ter tanto esforço assim
Chegamos nesse adorável
planeta nu, com frio e assustados. Recebemos uma infinidade de informações
desde então e vamos construindo nossa realidade sem qualquer manual de
orientações. No geral, não temos a quem perguntar...
Pois bem, uma das crenças que
recebemos desde tenra idade é que temos que fazer muito esforço para conquistar
o que precisamos, mas o que precisamos mesmo? Pois é, também não sabemos, no
geral copiamos de outrem ou acatamos como verdade uma realidade alheia à
nossa...
Não respeitar o nosso
potencial, a nossa realidade interna e a nossa verdadeira missão nesse planeta,
realmente nos exige um grande esforço.
E como podemos transformar
essa realidade? Seguindo o fluxo, que nada mais é que aquela missão que cada um
de nós tem para realizar, compatível com nossas habilidades, dons e orientação
interna.
Toda a natureza segue o fluxo,
a água corre obedecendo a lei da gravidade, as plantas florescem seguindo a
luz, a luz se propaga abrindo espaço na escuridão. Por que nós deveríamos ser
diferentes?
Seguir o fluxo é estar em
harmonia consigo mesmo e com as leis que nos criaram.
José Anastácio de Sousa Aguiar
(Psicanalista, hipnoterapeuta e terapeuta de vidas passadas)
terça-feira, 16 de agosto de 2016
quinta-feira, 28 de abril de 2016
terça-feira, 26 de abril de 2016
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
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