Este blog destina-se àqueles que tem interesse em questões ligadas à espiritualidade, à evolução integral e estão sempre em busca do conhecimento.
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terça-feira, 25 de agosto de 2020
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terça-feira, 18 de dezembro de 2018
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
sábado, 23 de junho de 2018
O olho de Hórus, que tudo vê, protege e controla; ou A culpa como elemento desencadeador das neuroses e psicoses
Tenho observado na prática clínica que dois são os sentimentos presentes em todas as neuroses, independentemente das questões fáticas envolvidas: o medo e a culpa. O medo tratarei em outra crônica, deter-me-ei nessas poucas linhas a trazer alguns aspectos ligados à culpa.
A alusão de diversos pacientes, quando discorrem seus sonhos, lúcidos ou não, à existência de um (ou muitos) olho(s), levou-me a estudar melhor a matéria e perceber a intima relação entre a ocorrência recorrente dos olhos com a temática da culpa.
Ao longo da história da humanidade, o olho tem sido visto por várias culturas com simbologias diversas, mas invariavelmente passa pelo controle, que tende a desaguar na culpa. Como exemplo, cito o Olho de Hórus, que no Antigo Egito significava poder e proteção (controle).
A Igreja Católica, em vários dos seus centros de formação, em especial na Idade Média, desenhava um grande olho nos vestiários e banheiros de seus noviços, que representava o Olho de Deus, que tudo vê.
A nota de um dólar, com o desenho de um olho no pináculo de uma pirâmide e a expressão "Novus Ordos Seclorum" (Nova Ordem dos Séculos) reforça a consciência coletiva da relação simbiótica triangular: olho, controle e culpa.
Pois bem, em geral, os pacientes não compreendem a significação da simbologia de seus pensamentos e sonhos, e tendem a minimizar a importância da culpa na gênese e evolução das neuroses e psicoses, o que, ao longo do tempo, desequilibra a saúde mental do indivíduo, podendo, dependendo do caso, desaguar em um quadro psicótico de prognóstico desanimador.
Finalizo com Carl G. Jung: "Até você se tornar consciente, o inconsciente irá dirigir a sua vida e você vai chamá-lo de destino."
José Anastácio de Sousa Aguiar
Psicanalista, hipnoterapeuta e terapeuta de vidas passadas
A alusão de diversos pacientes, quando discorrem seus sonhos, lúcidos ou não, à existência de um (ou muitos) olho(s), levou-me a estudar melhor a matéria e perceber a intima relação entre a ocorrência recorrente dos olhos com a temática da culpa.
Ao longo da história da humanidade, o olho tem sido visto por várias culturas com simbologias diversas, mas invariavelmente passa pelo controle, que tende a desaguar na culpa. Como exemplo, cito o Olho de Hórus, que no Antigo Egito significava poder e proteção (controle).
A Igreja Católica, em vários dos seus centros de formação, em especial na Idade Média, desenhava um grande olho nos vestiários e banheiros de seus noviços, que representava o Olho de Deus, que tudo vê.
A nota de um dólar, com o desenho de um olho no pináculo de uma pirâmide e a expressão "Novus Ordos Seclorum" (Nova Ordem dos Séculos) reforça a consciência coletiva da relação simbiótica triangular: olho, controle e culpa.
Pois bem, em geral, os pacientes não compreendem a significação da simbologia de seus pensamentos e sonhos, e tendem a minimizar a importância da culpa na gênese e evolução das neuroses e psicoses, o que, ao longo do tempo, desequilibra a saúde mental do indivíduo, podendo, dependendo do caso, desaguar em um quadro psicótico de prognóstico desanimador.
Finalizo com Carl G. Jung: "Até você se tornar consciente, o inconsciente irá dirigir a sua vida e você vai chamá-lo de destino."
José Anastácio de Sousa Aguiar
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quarta-feira, 16 de maio de 2018
domingo, 10 de dezembro de 2017
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
Minha contribuição para o Janeiro Branco - Ações em Saúde Mental
Já houve um
tempo em que ter dinheiro e seus consectários lógicos - bela casa, carro caro,
joias, relógios de ouro, etc - eram os bens mais desejados que se poderia
almejar. Assim, as pessoas, no geral, faziam de tudo e mais um pouco para alcançar
esses bens, que na visão daquela época trazia sentimentos de satisfação e
talvez até sensação de completude.
Pois bem, os tempos parecem ter mudado. Atualmente, o grande e tão desejado bem é simplesmente ter saúde mental e seus amados filhos: saúde emocional, harmonia e a sempre desejada paz de espírito.
Pois bem, os tempos parecem ter mudado. Atualmente, o grande e tão desejado bem é simplesmente ter saúde mental e seus amados filhos: saúde emocional, harmonia e a sempre desejada paz de espírito.
Nesse contexto, venho destacar neste mês de janeiro, como
marco de início de ano, a importância do tema. Deixo aqui a minha contribuição
para que todos possamos pensar mais e profundamente sobre o que realmente
queremos para as nossas vidas. Se a harmonia, a estabilidade emocional e a paz
não estão presentes na sua vida, qual seria a razão disso?
Talvez este início de ano seja o momento certo para
realizar esses questionamentos e buscar as respostas.
Namastê,
José Anastácio de Sousa Aguiar (Psicanalista, hipnoterapeuta e terapeuta de vidas passadas)
Namastê,
José Anastácio de Sousa Aguiar (Psicanalista, hipnoterapeuta e terapeuta de vidas passadas)
Namastê,
José Anastácio de Sousa Aguiar
(Psicanalista, hipnoterapeuta e terapeuta de vidas passadas)
terça-feira, 23 de agosto de 2016
quinta-feira, 10 de março de 2016
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