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segunda-feira, 25 de abril de 2016
quinta-feira, 14 de abril de 2016
domingo, 10 de abril de 2016
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Amar é libertar-se do medo - Gerald Jampolsky
O
que aconteceria se acreditássemos que o que vemos é determinado pelos
pensamentos de nossa mente? Talvez pudéssemos acalentar uma ideia que, nesse
momento, parece pouco natural e estranha para nós, isto é, que nossos
pensamentos são a causa e o que vemos é o efeito. Nesse caso, não faria sentido
acusar o mundo, nem os que habitam nele, das misérias e sofrimentos que
sentimos, porque, então, seria possível considerar a percepção como um
"espelho e não um fato".
Imagine
também que a mente pode ser comparada a uma câmera de cinema que projeta nossos
estados interiores para o mundo. Quando a mente está cheia de pensamentos
desagradáveis, vemos o mundo e seus habitantes como desagradáveis. Por outro
lado, quando a mente está em paz, o mundo e seus habitantes nos dão a impressão
de estarem em paz. Podemos escolher acordar de manhã e ver um mundo acolhedor
por meio de óculos que filtram tudo, exceto o Amor.
Talvez
conviesse questionar a nossa necessidade de tentar controlar o mundo externo.
Podemos, em vez disso, controlar permanentemente o nosso mundo interior
escolhendo os pensamentos que queremos ter na cabeça. A paz da mente começa com
os nossos próprios pensamentos e estende-se para fora. É a partir da nossa paz
da mente (causa) que surge uma percepção da paz do mundo (efeito).
Gerald
Jampolsky - "Amar é libertar-se do medo"
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Amar é libertar-se do medo - Gerald Jampolsky
Você
algum dia já se deu a oportunidade de passar apenas um dia concentrando-se em
aceitar completamente todas as pessoas e não fazer julgamentos? A maioria de
nós acha essa tarefa muito difícil, pois é raro passarmos alguns momentos -
quanto mais um dia inteiro - sem fazer um julgamento. Quando pensamos no
assunto, muitos de nós ficamos consternados com a frequência com que condenamos
os outros e a nós mesmos. Às vezes sentimos que é quase impossível parar de
julgar. No entanto, tudo o que realmente precisamos é a disposição de começar a
praticar não fazer julgamentos, a não esperar uma perfeição absoluta. O
abandono de velhos hábitos vem com a prática repetida e constante.
A
maioria de nós manifesta um estado que poderia ser chamado de "visão de
túnel". Não vemos a pessoa como uma totalidade. Vemos apenas um fragmento
da pessoa, e nossa mente muitas vezes interpreta o que vemos como defeito. A
maioria de nós foi criada num ambiente doméstico e escolar que enfatizava a
crítica construtiva, que, na verdade, em geral, é um disfarce para apontar
defeitos.
Nessas
ocasiões em que nos surpreendemos repetindo esse mesmo erro com nosso cônjuge,
nossos filhos, nossos amigos ou mesmo com alguém que só vemos de vez em quando,
talvez fosse bom acalmar a mente, observar nossos pensamentos e tomar
consciência de que apontar defeitos é uma atitude que depende totalmente de
nossas experiências passadas.
Avaliar
e ser avaliado pelos outros - um hábito do passado - resulta, no pior dos
casos, em medo e, no melhor, em amor condicional. Para sentir Amor
incondicional, precisamos livrar-nos do nosso severo juiz interior. Em vez de
um juiz severo, precisamos ouvir a nossa poderosa voz interior dizendo a nós e
aos outros: "Amo e
aceito você completamente tal como é".
À medida que reforçamos a decisão de só ver o Amor, fica mais fácil nos concentrar nos pontos fortes dos outros e ignorar suas fraquezas. É importante aplicar essa lição a todos e também a nós.
À medida que reforçamos a decisão de só ver o Amor, fica mais fácil nos concentrar nos pontos fortes dos outros e ignorar suas fraquezas. É importante aplicar essa lição a todos e também a nós.
Gerald
Jampolsky - em "Amar é libertar-se do medo"
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