Este blog destina-se àqueles que tem interesse em questões ligadas à espiritualidade, à evolução integral e estão sempre em busca do conhecimento.
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sexta-feira, 26 de junho de 2020
quarta-feira, 22 de abril de 2020
sábado, 13 de abril de 2019
domingo, 31 de março de 2019
domingo, 10 de março de 2019
As 4 estradas para o autoconhecimento, ou O que nos tem a ensinar os caminhos de Jericó, Damasco, Jerusalém e Emaús? Parte I - O caminho de Jericó
O processo de autoconhecimento pode ser representado por
simbologias de ordens diversas e para cada indivíduo existe um iter próprio.
A Bíblia, a toda evidência, tem inúmeros elementos e
relatos que podem refletir esse processo de formas múltiplas, dentre eles
destaca-se a simbologia das 4 estradas: a de Jericó, a de Damasco, a de Jerusalém
e a de Emaús.
Cada uma delas nos traz mensagens embutidas de elevada
valia e o enredo bíblico nos convida a refletir sobre seus ensinamentos. Aquele
que conseguir apreender a lição oculta em suas linhas terá a oportunidade de
ascender a outro nível de consciência e acessar a frequência das infinitas
possibilidades disponíveis para aqueles sintonizados no fluxo da abundância.
A partir deste primeiro (de quatro) texto, escreverei sobre
cada uma delas, começando com a estrada de Jericó e destacarei em cada passagem
bíblica temáticas pertinentes às questões emocionais a serem trabalhadas por
nós, enfatizando-as em pares de opostos, a exemplo dos escritos de Carl G. Jung.
Na estrada de Jericó, encontramos as referências à
solidariedade e à compaixão, mas também ao desprezo e à indiferença. Na de
Damasco, ao perdão e à conversão e sua contrapartida, a mágoa e a resistência.
Na de Jerusalém, o sacrifício e a entrega, tendo como opostos, o apego e a
não-aceitação. Na de Emaús, o renascimento da verdadeira consciência crística,
em contraste com a inconsciência do mundo material.
Em Lucas 10:25-37, Jesus nos relata a parábola do Bom
Samaritano. O caminho de Jericó era uma perigosa estrada conhecida por ser um
trecho sanguinário, covil de salteadores e um perigo manifesto para os
viajantes da época. Pois bem, Jesus explicando a um certo doutor da lei quem
era o próximo, citou a referida parábola na qual ia de Jerusalém para Jericó um
homem que foi apanhado por salteadores. Eles o despojaram e o deixaram quase
morto. Três pessoas passaram e viram o homem à beira da estrada: um sacerdote,
um levita e um samaritano. Os dois primeiros não o ajudaram, mas o terceiro,
movido por compaixão e misericórdia, cuidou de suas feridas e o levou a um
local seguro.
A parábola do caminho de Jericó nos permite refletir sobre
várias temáticas, dentre elas as acima citadas: solidariedade, compaixão,
desprezo e indiferença.
Os aprendizados do caminho de Jericó serão sempre um alerta
de Jesus para guiar os nossos passos na caminhada ao encontro de nós mesmos.
Descubra esta e outras jornadas, literal e/ou simbolicamente,
permitindo-se realizar conosco o Resgate Sagrado, uma peregrinação à Terra
Santa, numa jornada de autoconhecimento, perdão, gratidão, abundância e paz.
Finalizo com João 8:32: “Conhecereis a Verdade, e a Verdade
vos libertará.”
José Anastácio de Sousa Aguiar
Psicanalista, hipnoterapeuta e terapeuta de vidas passadas
Marcadores:
Abundância,
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Consciência,
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segunda-feira, 4 de março de 2019
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
quarta-feira, 7 de março de 2018
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
Sri Prem Tata, a jornada de cada um; ou Só a Consciência percebe a Unidade
Sri Prem Tata dedicara-se por um longo período à meditação e
ascese. Enquanto o mestre explorava seu mundo interior, o fiel escudeiro
encarregava-se das questões mundanas do seu mestre.
Ao retornar, o mestre é indagado por um discípulo:
_ Mestre, por que nos sentimos tão sós e abandonados e por mais
que procuremos não conseguimos encontrar no mundo os propósitos da Divindade,
tendo em vista que há tanta pobreza, dor e sofrimento. Que Deus abandonaria
seus filhos à própria sorte num mundo regido pelas leis da matéria?
Tata pacientemente pediu para o discípulo lhe acompanhar na
caminhada e afirmou:
_ Nós somente vemos o que estamos preparados para ver. A falsa
sensação de separação da Fonte é a gênese de toda a miopia da humanidade. A
sensação de desconexão traz o medo, a culpa e a dor. Somente a busca sincera da
autocompreensão nos permite tomar consciência da nossa real natureza. O
exercício diário do perdão, amor e respeito a todas as criaturas é que fará o
iniciado transformar-se naquilo que ele sempre foi, uma autêntica manifestação
da Fonte.
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
domingo, 10 de setembro de 2017
segunda-feira, 10 de julho de 2017
terça-feira, 27 de junho de 2017
domingo, 25 de junho de 2017
quarta-feira, 17 de maio de 2017
sábado, 4 de fevereiro de 2017
domingo, 26 de junho de 2016
segunda-feira, 20 de junho de 2016
domingo, 29 de maio de 2016
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