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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
quarta-feira, 18 de março de 2015
Crônica - Chichén Itzá, na boca do poço dos bruxos da água ou Os perigos da vã glória - José Anastácio de Sousa Aguiar
Chichén Itzá é uma cidade arqueológica maia localizada na
península de Yucatán no México e mundialmente conhecida pelas suas imponentes
estruturas em pedra. A tradução do nome da cidade na língua maia é: “Na boca do
poço dos bruxos da água”, o que pode apontar para uma vanglória de seus
dirigentes com relação ao manejo e controle do elemento água.
Os especialistas indicam que Chichén Itzá foi a mais importante
cidade da região e o centro político da península até o século XIII, quando,
por razões ainda não bem esclarecidas, foi abandonada por seus habitantes. Várias
são as teorias sobre quais seriam as causas do abandono da cidade. Uma das
teorias aponta para o colapso do sistema de água que abastecia a cidade em
razão das atividades sacrificiais religiosas de seus governantes. Conta-se que
para aplacar a ira dos deuses e para pedir seus favores, animais e,
posteriormente, seres humanos eram sacrificados e seus corpos jogados no grande
poço que se encontra próximo ao centro do referido sítio, conhecido como
“cenote sagrado”.
Pois bem, as águas que abasteciam o referido poço estavam
interligadas por meio de rios subterrâneos com os córregos que abasteciam de
água todo o povo da região. A decomposição dos cadáveres e a consequente
contaminação da água proporcionou a proliferação de doenças e a ocorrência de
mortes, o que foi entendido pelos dirigentes que a cidade estaria condenada
pelos deuses e deveria ser abandonada.
Assim, cuidado com o que achamos que temos de melhor, pode ser
justo aí o nosso ponto mais fraco.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
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