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quinta-feira, 18 de junho de 2020

Sigmund Freud e as Feridas Narcísicas da Humanidade, ou A Soberba como primeiro Pecado Capital


Sigmund Freud, há mais de 100 anos, afirmara que a humanidade havia sido ferida em seu narcisismo em 3 ocasiões.
A primeira quando foi postulado por Nicolau Copérnico (apesar de a tese já ter sido aventada desde os tempos pré-socráticos) que o planeta Terra não era o centro do Universo como a Teologia Medieval pregara por tanto tempo, mas apenas mais um planeta em uma enorme vastidão sideral.
A segunda ocorreu quando Charles Darwin teorizou e provou que a humanidade nada tinha de especial em relação aos outros seres, posto que surgira a partir das mesmas leis evolutivas que regiam todas as demais espécies.
Já a terceira e mais contundente afronta à mania de grandeza dos humanos, como dizia o pai da Psicanálise, foi quando restou demonstrado pelos estudos e postulados psicanalíticos que o indivíduo não é senhor nem de sua própria casa, tendo em vista o Ego (ou o Eu) é apenas um dos vários elementos da psique e sua suposta autonomia e independência é, na verdade, inteiramente dependente do Inconsciente, onde residem as causas últimas do suposto livre arbítrio humano.    
Essa questão do narcisismo humano é tão antiga quanto a própria humanidade, conforme tão bem constatado pelos Padres do Deserto (monges, eremitas e ascetas que habitaram os desertos do Egito a partir do século III d.C.), na medida em que postularam que o Orgulho era o pior dos 7 Pecados Capitais.
As constatações de Freud e dos eremitas monásticos não são apenas de cunho social e religioso, mas aplicam-se cabalmente à questão terapêutica, na medida em que um dos principais aspectos a ser trabalhado pelo paciente é o apego do indivíduo às suas questões egóicas, que tanto o fizeram, fazem e, certamente, farão sofrer, até que haja a tomada de consciência de suas sombras e a efetiva entrega ao processo de Individuação.
Por pertinência, cito Carl G. Jung: "Até você se tornar consciente, o Inconsciente irá dirigir a sua vida e você vai chamá-lo de Destino."
Anastácio Aguiar
Psicanalista, hipnoterapeuta e constelador familiar sistêmico

quarta-feira, 18 de março de 2015

Crônica - Chichén Itzá, na boca do poço dos bruxos da água ou Os perigos da vã glória - José Anastácio de Sousa Aguiar

Chichén Itzá é uma cidade arqueológica maia localizada na península de Yucatán no México e mundialmente conhecida pelas suas imponentes estruturas em pedra. A tradução do nome da cidade na língua maia é: “Na boca do poço dos bruxos da água”, o que pode apontar para uma vanglória de seus dirigentes com relação ao manejo e controle do elemento água.
Os especialistas indicam que Chichén Itzá foi a mais importante cidade da região e o centro político da península até o século XIII, quando, por razões ainda não bem esclarecidas, foi abandonada por seus habitantes. Várias são as teorias sobre quais seriam as causas do abandono da cidade. Uma das teorias aponta para o colapso do sistema de água que abastecia a cidade em razão das atividades sacrificiais religiosas de seus governantes. Conta-se que para aplacar a ira dos deuses e para pedir seus favores, animais e, posteriormente, seres humanos eram sacrificados e seus corpos jogados no grande poço que se encontra próximo ao centro do referido sítio, conhecido como “cenote sagrado”.


Pois bem, as águas que abasteciam o referido poço estavam interligadas por meio de rios subterrâneos com os córregos que abasteciam de água todo o povo da região. A decomposição dos cadáveres e a consequente contaminação da água proporcionou a proliferação de doenças e a ocorrência de mortes, o que foi entendido pelos dirigentes que a cidade estaria condenada pelos deuses e deveria ser abandonada.
Assim, cuidado com o que achamos que temos de melhor, pode ser justo aí o nosso ponto mais fraco.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Artigo - Os 7 Pecados Capitais - O Fim como começo ou a salvação como fim

Os 7 Pecados Capitais 
O Fim como começo ou a salvação como fim

(extraído do livro "Os Sete Pecados Capitais: uma análise histórico-filosófica"
de José Anastácio de Sousa Aguiar)

"O Tempo retirando o véu da Virtude" obra de Jean-François Detroy (1679-1752)
         No que se refere à cristandade, a idéia de pecado, em especial o pecado original, está intimamente ligada aos conceitos de salvação e fé[1]. A aceitação da necessidade de salvação passa pelo pressuposto lógico do cometimento de pecado. E a solução que historicamente nos é oferecida é a redenção, ou melhor dizendo, a fé na redenção. 
          Pois bem, nesse contexto, a idéia de pecado só se justifica se o indivíduo acreditar na existência de vida após a morte e na necessidade de salvar-se, posto que em não se considerando que haja vida além túmulo, não há razão, pelo menos no que se refere ao indivíduo isoladamente considerado, para esperar qualquer recompensa ou punição no além.
         Mas, como e quem nos pode oferecer a salvação? Em que pese, hodiernamente não haver grandes contendas sobre o tema, no passado esta questão suscitou debates acalorados.
        Na Igreja cristã primitiva discutiu-se sobre o tópico e duas correntes de pensamento se enfrentaram: o monergismo e o sinergismo.
       O monergismo asseverava que o homem não tinha qualquer participação em sua salvação, sendo salvo ou condenado exclusivamente pela decisão soberana de Deus.
        Já os defensores do sinergismo afirmavam que Deus era o responsável pela salvação, mas o homem tinha algum grau de participação.[2] 
         Sobre o tema, destaca-se Huberto Rohden[3]: “Nos séculos IV e V da Era Cristã, dois teólogos, Agostinho, o africano, e Pelágio, o monge britânico que vivia em Roma, travaram violento duelo mental sobre o como da redenção: Pelágio defendia a antroporredenção, redenção pelo poder do livre-arbítrio humano – ao passo que Agostinho só defendia Teorredenção, redenção pelo poder da graça divina; Deus salva o homem, o homem só se pode perder por si mesmo, mas não se pode salvar por si mesmo.” [4] 
       O monergismo veio a prevalecer como doutrina oficial da Igreja e todas as outras teorias foram rechaçadas e condenadas pelos antigos concílios cristãos.
         Cumpre destacar que segundo Averróis[5] as posturas da Igreja oficial – qualquer que seja ela – eram meios para atingimento de determinado fim, posto que o ilustre filósofo cordobês afirmava que “as crenças populares, como a antropomorfização de Deus e dos anjos, as representações sensíveis do paraíso e do inferno, bem como a liturgia de todas as religiões, são meios práticos necessários para levar o homem comum à prática da virtude”. [6] 
       Após a exposição desses conceitos teóricos, passo a apresentar uma pequena resenha de como duas das mais antigas tradições, a egípcia e a cristã vêem a peregrinação da alma no post-mortem e a salvação.




[1] Em que pese o tema fé não ser objeto do presente livro, trago ao leitor interessante postura de Maimôides. Moisés Bem Maimon (1135-1204) foi um destacado rabino espanhol do século XII. Seus escritos cobrem uma vasta área da teologia e da filosofia, em especial as relações entre fé e razão. Entendia que “a fé em Deus deve ser totalmente desinteressada, ou seja, não esperar nenhuma recompensa e, acrescentemos nenhum castigo por suas ações; o Deus maimonidiano não é um bicho-papão. O exercício da justiça, da verdade e do amor ao próximo constituem, por si sós, sua recompensa. Maimônides percebeu muito bem que essa sublime concepção estava ao alcance apenas de uma ínfima parcela da humanidade, cujo modelo basilar seria o patriarca Abraão. Assim, ele admitia como aceitável para o judaísmo a fé interesseira, ou seja, a fé daquele que crê na recompensa por suas boas ações e no castigo para as más, única forma de fé acessível ao comum das pessoas, (...)”  HADDAD, Gerard – Maimônides; Tradução de Guilherme João de Freitas Teixeira – São Paulo – Editora Estação Liberdade – 2003 – p. 78.
[2] Alguns pensadores cristãos de diversas épocas desenvolveram diferentes formas de sinergismo, como o pelagianismo, que nega a existência do pecado original, e em assim sendo pelas boas obras o homem poderia salvar-se, e o semipelagianismo, que afirma que o homem tem alguma participação na salvação, ao se predispor para tal.
[3] Huberto Rohden (1893-1981) – filósofo, educador e teólogo brasileiro. Tido como o precursor brasileiro do espiritualismo universalista. Escreveu cerca de 100 obras, com ênfase na filosofia univérsica ou cósmica – linha de pensamento que propõe a unidade da ciência e religião e a universalidade do homem e as forças da natureza. 
[4] ROHDEN, Huberto – Metafísica do Cristianismo: a alma de Jesus revelada no Pai-nosso – São Paulo – Editora Martin Claret – 5ª Edição – 2011, p. 19. 
[5] Averróis foi um médico, jurista e filósofo nascido em 1126 em Córdoba, atual Espanha, então sob domínio muçulmano. Destacou-se por seus comentários e interpretações às obras de Aristóteles. Em suas obras procura harmonizar razão e fé. Concebe o universo como uma totalidade, sempre em movimento e transformação, na qual todos os seres formam uma escala de graus de potencialidade e atualidade, desde o ato puro - Deus, que é o motor necessário, pois tem em si o princípio do movimento, até a pura potência identificada com a matéria prima. Em razão das suas idéias, Averróis foi acusado e condenado por “impiedade religiosa” pelo príncipe Al-Mansur. 
[6] COSTA, José Silveira da – Averróis: o aristotelismo radical – São Paulo – Editora Moderna – 3ª Edição – 1994, p. 51.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Artigos - Os 7 Pecados Capitais - Gênese - José Anastácio de Sousa Aguiar

"Os Sete Pecados Capitais: uma análise histórico-filosófica"

Os 7 Pecados Capitais – gênese

(extraído do livro "Os Sete Pecados Capitais: uma análise histórico-filosófica"
de José Anastácio de Sousa Aguiar)

Os Sete Pecados Capitais - pintura de Hieronymus Bosch (1450-1516)
 Ao dar início à análise dos 7 pecados capitais é imperioso trazer à baila os temas virtudes e vícios, e não podia ser diferente, posto que a origem da tradição de ambos vem de duas fontes principais: os filósofos gregos e romanos e o Antigo e o Novo Testamentos.

Chegou à nossa geração, após passar pela caldeirão cultural dos séculos que nos antecederam, a noção de que as virtudes e os vícios seriam os traços fundamentais dos quais resultariam toda bondade e maldade.

Assim, a equação virtude-e-vício contribuiu de forma contundente para a definição ocidental do que significa ser humano.

Para os antigos gregos, a virtude estava intimamente ligada à beleza[1], à funcionalidade[2], e também à excelência, que era o que fazia uma pessoa executar bem seu propósito. Neste contexto, a virtude do ouvido é ouvir bem; a virtude da faca, ser afiada e cortar bem; e assim por diante. O vício era, basicamente, uma questão de excesso ou deficiência, faltando-lhe o equilíbrio desejável que seria a virtude.

Em assim sendo, é possível inferir que o vício, no contexto da Grécia Antiga, não era necessariamente oposição à virtude, mas o seu desequilíbrio.

Já para a cristandade, a singela noção grega do vício não satisfazia, sendo “a classificação cristã dos sete pecados capitais mais profunda e mais dinâmica. A lista, por ter seu início no movimento monástico cristão no deserto do Egito, era, originalmente, uma lista de vícios que, constantemente, afligiam as comunidades monásticas. Mas, mesmo ali, era-lhe dada uma vitalidade dinâmica por estarem convencidos de que o Diabo é a fonte última da tentação.”[3]

A verdadeira origem da classificação dos sete pecados capitais é imprecisa, mas muitos acreditam que deu-se no século IV, quando o monge Evagrius[4] teria registrado no Egito oito pecados capitais: a gula, a libertinagem, a avareza, a melancolia, a ira, a letargia espiritual, a vanglória e o orgulho. João Cassiano de Marselha[5], discípulo de Evagrius, teria levado a relação à Roma onde esta recebeu sua formulação clássica que hoje conhecemos pelo papa Gregório Magno[6], no século VI.
"São Gregório Magno e os santos jesuítas" - pintura de Giovanni Francesco Barbieri (1591-1666)

A partir de então e especialmente pelo fato de que o referido papa ter sido um grande incentivador das missões de conversão pelo mundo afora, os sete pecados capitais não ficaram mais restritos à vida monástica. Eles passaram a ser compreendidos como perigos morais da alma em meio à vida diária e passaram a ter especial importância na pregação e doutrinação da Igreja nas épocas que se seguiram.

Duas obras tiveram o condão de impulsionar e popularizar a noção dos 7 pecados capitais: “Os Contos de Canterbury”, escrito por Geoffrey Chaucer (1343-1400) e “A Divina Comédia” de Dante Alighieri (1265-1321).

Na primeira obra, o autor descreve a trajetória de 29 viajantes que, saindo da pousada Tabard, dirigem-se à catedral de Canterbury a partir de Southwark, nas proximidades de Londres. Durante a viagem, os peregrinos iam sendo sorteados para que contassem histórias aos demais: relatos de amor, luxúria, sexo e morte, que apresentam a realidade social da Inglaterra do século XIV. O autor sugere que os sete pecados capitais estariam entrelaçados e seriam o tronco da árvore de onde os outros se ramificam.

“A Divina Comédia” é um poema narrativo rigorosamente simétrico, que narra uma odisséia pelo Inferno, Purgatório e Paraíso, descrevendo com riqueza de detalhes cada etapa da viagem. Dante, o personagem principal da estória, é guiado pelo Inferno e Purgatório pelo poeta romano Virgílio, e no céu por Beatriz, musa em várias de suas obras. 
"A Divina Comédia de Dante" - pintura de Domenico di Michelino (1417-1491)
 A lista dos sete pecados capitais, por certo, não abrange todos os pecados que podemos enumerar, mas ela apresenta os pecados capitais, ditos como fundamentais, os quais se encontrariam no centro de natureza humana e dos quais se originariam todos os outros pecados.

Vale a lembrança de que a perspectiva cristã considera o impulso do amor como estando exatamente no centro de todas as virtudes e vícios. Enquanto as virtudes derivariam da disposição apropriada do amor, os vícios derivariam de um amor doentio, pois como afirmado por São Tomás de Aquino, “é necessário ter em conta que todo pecado se fundamenta em algum desejo natutral, e o homem, ao seguir qualquer desejo natural, tende à semelhança divina, pois todo bem naturalmente desejado possui uma certa semelhança com a bondade divina”. [7]

Apesar de alguns terem posição distintas, é possível afirmar que há um acordo comum sobre as categorias gerais dos sete pecados capitais, que são: soberba, inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxúria. Convém lembrar que esses vícios são tidos como capitais, porque, a título de causa final, tendem a gerar outros vícios, ou conforme as palavras de São tomás de Aquino: “precisamente isto é o que constitui o caráter de capital, pois a cabeça tem o poder de governar aquilo que está sob o seu domínio (e toda razão de governo procede do fim). Cabe-lhe também o caráter de mãe, pois mãe é aquela que concebe em si mesma e, assim, um tal vício é dito mãe de outros que dele procedem por concepção de seu próprio fim”.[8]

Os cinco primeiros vícios são diferentes dos dois últimos. Os primeiros são considerados pecados do espírito e são descritos, muitas vezes, como pecados “frios”. Já os últimos são, obviamente, pecados da carne e, portanto, “quentes”.


[1] PLOTINO – Tratado das Enéadas – Tradução de Américo Sommerman - São Paulo: Polar Editorial – 2000, p. 29. “Podemos inclusive dizer que a beleza é a existência real ou a verdadeira realidade, (...) Assim, para Deus, as qualidades da bondade e da beleza são as mesmas, bem como as realidades do Bem e da Beleza.”
[2] “Na linguagem da época, a noção de ‘bem’ era estreitamente associada à idéia de função, propósitos ou objetivo apropriados. Em geral, uma coisa era dita boa se desempenhava o papel que lhe cabia, realizava o objetivo que lhe tocava ou era completa (vale dizer, alcançava o fim a que se destinava).” GOTTLIEB, Anthony – O sonho da razão: uma história da filosofia ocidental da Grécia ao Renascimento; Tradução de Pedro Jorgensen Jr. – Rio de Janeiro – DIFEL – 2007, p. 235.
[3] GUINESS – Sete pecados capitais: navegando através do caos em uma época de confusão moral – São Paulo: Shedd Publicações – 2006, p. 24.
[4] Evagrius Ponticus (345-399) ou Evagrius, o solitário – monge cristão ascético, conhecido por ser um grande pensador, excelente orador e talentoso escritor. Passou os últimos quatorze anos de sua vida em Kellia, comunidade monástica localizada no deserto de Nitria no Egito, onde dedicou-se primordialmente aos seus escritos. Em que pese a relevância das suas obras, Evagrius foi considerado herege pelo Segundo Concílio de Constantinopla em 533 em razão de suas especulações esotéricas sobre a pré-existência das almas humanas e certos ensinamentos sobre a natureza de Deus e de Cristo.
[5] João Cassiano de Marselha (360-435) - teólogo cristão fundador do monasticismo ocidental. É considerado o principal discípulo de Evagrius e foi o principal divulgador dos trabalhos do mestre, tendo criado em Marselha um mosteiro nos moldes dos mosteiros dos desertos egípcios, que é considerado um dos primeiros da Europa. Foi um dos criadores da teoria do semipelagianismo, que defendia que o ser humano é salvo pela graça de Deus, mas a salvação só se daria se houvesse a iniciativa da boa vontade no coração do indivíduo, em oposição ao monergismo de Santo Agostinho, que afirmava que Deus sozinho propiciava a salvação, por meio da conversão.
[6] Papa Gregório Magno (540-604) ou Papa Gregório I – nasceu em Roma em uma família aristocrática e é considerado o primeiro papa com passado monástico. É tido como grande reformador litúrgico, incentivador das missões de conversão e de ter dado origem aos cantos gregorianos.
[7] TOMÁS DE AQUINO, Santo – Sobre o Ensino (De Magistro) – Os Sete pecados Capitais; Tradução de Luiz Jean Lauand – São Paulo – Editora Martins Fontes – 2001, p. 79.

[8] Tomás de Aquino, Santo – Sobre o Ensino (De Magistro) – Os Sete pecados Capitais; Tradução de Luiz Jean Lauand – São Paulo – Editora Martins Fontes – 2001, p. 86.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Palestra do Mês de Abril do Projeto Sextas Filosóficas & Cia

 
José Anastácio de Sousa Aguiar ministrará em 5/4/2013 a partir das 19:00 h uma palestra sobre o tema “A Finalidade da Vida e os Sete Pecados Capitais" no contexto do projeto "Sextas Filosóficas & Cia". O projeto tem por objetivo oferecer à sociedade uma palestra a cada primeira sexta-feira de cada mês e ocorre na sala Raquel de Queiroz nas dependências da Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi, em Fortaleza, Ceará.